Lancei Chickweed em 23 de agosto de 2013. A ideia veio de um rótulo de lanches dos anos 1960 que usava letras incomumente apertadas. A amostra que vi era limitada, então procurei aplicar o mesmo princípio de estreiteza a qualquer custo a um alfabeto completo. Isso exigia adaptar as proporções com cuidado, para que a compactação se mantivesse sem quebrar o ritmo das letras.
O desenho inclui maiúsculas e minúsculas. Uma versão posterior, Chickweed Titling, removeu as minúsculas, mas manteve o sistema de variações intacto. Uma das características mais distintas é a forma de olho deitado do O, que ajuda as palavras a se encaixarem de maneira compacta. Letras como S foram desenhadas com curvas especialmente comprimidas, permitindo que as palavras coubessem mais facilmente numa linha.
Tecnicamente, Chickweed usa um sistema OpenType que embaralha três versões de cada letra e algarismo, num total de 130 alternativas. Isso evita que o texto pareça repetitivo em tamanhos de destaque e dá à fonte uma sequência mais natural de letras. Chickweed foi lançada como fonte comercial desde o início; Chickweed Titling foi oferecida mais tarde gratuitamente para uso comercial.
Não vi Chickweed aparecer em projetos marcantes, mas a uso com frequência no meu próprio trabalho. Suas formas condensadas a tornam prática quando o espaço é limitado, e o sistema de variações lhe dá uma textura informal que ainda considero útil.